Nossa intenção é divulgar a total falta de gerência da atual gestão da PEFB, fundamentada em diversas notícias vinculadas na mídia. Servidores da área de segurança, saúde e técnicos são perseguidos e assediados. A sociedade beltronense não pode ser enganada com informações falsas por pessoas em cargo de confiança que representam o Estado do Paraná. Dezenas de fugas, mortes, suicídios e reclamações, ameaças, apreensões de armas, drogas, celulares. Isso tem que acabar!!
quinta-feira, 25 de julho de 2013

Publicado em: 25/07/2013 - 09:14 | 


Estoques recolhidos durante uma tentativa de fuga em novembro de 2011 no presídio.
O diretor-interino da Penitenciária Estadual de Francisco Beltrão, Américo Dias Pereira, falou em entrevista para a Rádio Onda Sul, na manhã de ontem, que os presos da unidade local não têm qualquer tipo de envolvimento com a facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC).


Segundo relato de um agente, que não quis se identificar, o PCC tem, sim, ramificações dentro do presídio beltronense, inclusive, sob o comando de presos de alta periculosidade. "Aqui não temos casos de presos envolvidos com PCC e nosso departamento de inteligência é ligado à Seju (Secretaria de Justiça e Cidadania) para evitar qualquer tipo de ligação dos presos com o Primeiro Comando da Capital", garante Américo.
O PCC é hoje a maior facção criminosa do país. Criado dentro da cadeia e sempre liderado por um grupo de presos, o Primeiro Comando da Capital surgiu em 1993 e calcula-se que hoje tenha cerca de 130 mil representantes, dentro e fora das prisões.  O dirigente também falou das diversas tentativas de fugas registradas no decorrer do último ano e destacou que a equipe de agentes penitenciários está trabalhando permanentemente para evitar a fuga de bandidos. Só neste ano já foram consumadas três fugas e dois condenados permanecem foragidos. "Numa penitenciária é normal ocorrer tentativas de fuga, por isso nossos agentes trabalham de uma maneira séria. Instalamos câmeras com recursos do Conselho da Comunidade para nos auxiliar na segurança, esses equipamentos têm ajudado bastante na manutenção da segurança."
De acordo com ele, depois que a unidade passou por reformas, a capacidade máxima de presos foi elevada para 1.160 presos. "Hoje, estamos com 1.040 presos, ficando abaixo da capacidade." Questionado sobre a permanência de outras regiões pelo repórter Evandro Artuzi, Américo disse que "alguns presos de fora ainda permanecem aqui, mas a gente está tentando trazer todos os presos condenados da região para a penitenciária".

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